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CCT Nordeste: interesses patronais barram direitos dos/as professores/as

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A posição do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Nordeste Mineiro (Sinepe-NE) continua sendo de intransigência no processo de negociação com a categoria docente. Como nos últimos meses não houve avanços na construção de uma acordo que atendesse às reivindicações dos/as profes­sores/as, o Sinpro Minas solicitou mediação da Justiça do Trabalho. Em mais uma reunião realizada no TRT, no último dia 6 de junho, o Sinepe manteve uma postura irredutível com relação ao avanço das negociações. O Sinpro apresentou uma proposta de arredondar o INPC de 5,44% para 6%, contando a partir de fevereiro e 1% em agosto. Vale ressaltar que essa proposta foi apresentada após o sindicato patronal ter recusado a reivindicação original: INPC mais 3% de ganho real. A representação patronal negou acordar esse aumento de 0,16% no INPC, alegando dificuldades financeiras.

Lucro x Direitos
É importante lembrar que neste ano as principais instituições de ensino da região Nordeste aumentaram o valor das mensalidades em média 13%, muito acima da inflação de 5,44% (INPC acumulado). O levantamento foi feito pelo Sinpro Minas. Mesmo assim, a posição patronal defende que não existem condições para garantir o aumento real dos salários frente a esses números. Mais uma prova de que os interesses empresariais de ampliar o lucro atropelam os direitos dos trabalhadores(as) da educação, em detrimento da valorização docente.

Seguir em luta!
O Sinpro Minas ressalta que vai seguir utilizando todas os instrumentos possíveis para garantir o avanço das negociações, sem prejuízo para os/as trabalhadores/as. Neste momento é importante que a categoria siga mobilizada. Resistir para avançar!

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