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Comunidade escolar faz ato em apoio ao Colégio Santo Agostinho

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No início da tarde desta quinta-feira, 29, centenas de pais, mães, estudantes, professores/as e trabalhadores/as realizaram o ato “Abraço ao Colégio Santo Agostinho”, realizado nas unidades de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima. A manifestação reforçou a solidariedade à instituição diante dos recentes ataques ao livre exercício da atividade docente e em repúdio à ação judicial proposta por dois promotores do Ministério Público de Minas Gerais, com base em um suposto ensino da “ideologia de gênero”.

Representantes do Sinpro Minas também estiveram presentes. Aerton Silva, diretor do Sindicato e ex-professor do Colégio Santo Agostinho, afirmou que a entidade assume o compromisso de seguir fortalecendo a luta em defesa da autonomia profissional docente. “Recebemos a notícia dessa ação contra o Santo Agostinho com muito pesar, mas estar hoje nas ruas ao lado de tantas pessoas que querem resistir a essas ações arbitrárias é muito estimulante. O momento político em que vivemos nos pede unidade e força”, avaliou.

Gilson Reis,  coordenador-geral da Contee –  Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino,  ressaltou que o ato demonstrou o repúdio à Lei da Mordaça, que reforça cada vez mais atitudes conservadoras contra princípios da educação universal. “Setores fundamentalistas da sociedade brasileira estão tentando impor o retrocesso nas escolas e a manifestação aqui hoje é um levante da sociedade. É preciso denunciar essas atitudes, porque o nosso silêncio possibilita o avanço daqueles que querem o retrocesso”, afirmou.

Não é raro ver os defensores do projeto Escola sem Partido falarem em nome dos/das estudantes, na tentativa de justificar uma educação superficial e antidemocrática. Mas, durante o ato, os/as estudantes ocuparam as ruas e falaram por eles/as mesmos/as. Tiago Pato Magalhães, aluno do 2º ano do ensino médio disse que todos se uniram para construir o movimento. “Eu sou a favor de toda essa mobilização, porque precisamos de fato ter educação na escola”, ressaltou.

A estudante do 3º ano do ensino médio, Sofia da Matta, também enfatizou que é importante não só a posição da escola, mas de toda a comunidade, justamente para demonstrar união nesta conjuntura. “Em uma sociedade que debate constantemente sobre as liberdades, sobre o direito das minorias, não se pode excluir isso do ambiente escolar, é sempre importante refletir e mostrar que as pessoas estão em busca desse debate”, defendeu.

Se por um lado, a ação movida no Ministério Público foi fruto de denúncias de pais de estudantes, por outro, o ato desta quinta também contou com o apoio e força de mães e pais contrários à ação. A mãe Carolina Rodrigues explicou que é um grupo minúsculo de pais que está entrando com essa representação e que, em resposta, já foram colhidas centenas de assinaturas de familiares contra os ataques ao Colégio. “A escola não ensina ‘ideologia de gênero’ e, sim, educação sexual, que é de extrema importância para a formação humana”, afirmou.

O Sinpro Minas divulgou nesta semana nota de apoio ao Colégio Santo Agostinho. Clique aqui para acessar!

Confira abaixo a galeria de fotos! 

(Foto de portaria: Renan Amaral e Pauliane Ferrari)

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