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Farsa do Izabela Hendrix: não pagamento de salários dos professores

Izabela Hendrix fachada
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O Instituto Metodista Izabela Hendrix age de forma falaciosa. A instituição de ensino, que diz prezar por valores cristãos, como a solidariedade e a justiça, sequer cumpre um de seus deveres mais básicos: o de remunerar seus professores, conforme prevê a legislação.

Até o momento, os/as professores/as do Colégio e do Centro Universitário estão:

1) sem receber o salário de dezembro;
2) sem receber as férias (mais 1/3) nem o 13º salário;
3) com o salário deste mês atrasado;

Além dos atrasos no pagamento, há outros descumprimentos de direitos, como a falta de depósito do FGTS.

Com essa atitude, a direção do Instituto Metodista deixa os/as professores/as com dificuldades para cumprir financeiramente suas obrigações rotineiras.

O que há de justiça em uma postura como essa? E onde está a solidariedade? Nem a proposta feita pela própria direção, de pagar os salários até o quinto dia útil do mês, foi cumprida.

Na prática, o que se observa é mais uma retórica de marketing, a fim de atrair outros alunos e pais, que pagam religiosamente suas mensalidades escolares.

Essa situação, que se arrasta há anos, tem gerado um enorme clima de insatisfação entre os/as professores/as, com reflexos negativos para o processo de ensino-aprendizagem.

Por essas razões, os/as professores/as do Colégio aderiram ao movimento grevista dos docentes do Centro Universitário e também vão paralisar as atividades, a partir desta quarta-feira (11/3), por tempo indeterminado.

A categoria não consegue mais suportar tanta falta de respeito aos docentes, aos pais e alunos e a toda a comunidade escolar.

Frente a esse cenário, os professores desejam contar com o apoio e a mobilização também de pais e alunos, atores fundamentais durante esta luta para que eles possam, o mais breve possível, estar em sala de aula com dignidade e respeito aos seus direitos.

Comentários (1)

  1. A irresponsabilidade e o cinismo da reitoria do Izabela não tem limites. Desresponsabilizam-se como se a questão não fosse de sua responsabilidade; não dialogam, destroem os projetos pedagógicos dos cursos e os espaços de participação como o conselho universitário. Reduzem a participação dos coordenadores e dos professores. Não pagam salários, não recolhem FGTS, não possuem as certidões, devem milhões ao INSS, não repassam as contribuições dos professores ao sindicato, não possuem alvarás, etc. etc. etc. A legalidade e a coerência do Izabela está no plano do EAD!!!

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