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Fitee lança campanha unificada dos trabalhadores do setor privado de ensino

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A Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Fitee) lançou em dezembro a campanha unificada pela valorização dos professores e auxiliares de administração escolar do setor privado.

O lançamento ocorreu durante o 18º Consind (Conselho Sindical da Fitee), evento realizado nos dias 10 e 11 de dezembro, na sede do Sinpro Minas, em Belo Horizonte, com o seguinte tema: A educação necessária para um novo projeto nacional de desenvolvimento.  A campanha, com o slogan Valorização começa com ganho real, traz peças publicitárias (cartazes, adesivos e folders) e um vídeo de 15 segundos (confira abaixo).

O objetivo da campanha é reunir os sindicatos filiados à Fitee (Sinpro Minas, Sinpro/ES, Saae/MG, Saae/ES e Sinaae/JF) para fortalecer a mobilização, em 2012, por melhores salários e condições de trabalho.

“As ações conjuntas entre professores e auxiliares de administração escolar do setor privado de ensino visam fortalecer as lutas que normalmente são travadas com os mesmos patrões, porém de forma isolada. Com o foco na ampliação do poder de compra dos salários como o primeiro passo para a valorização dos trabalhadores na educação privada, a campanha unificada alcançará melhores resultados, com benefícios para todos”, afirmam as entidades, no folder de divulgação da campanha.

Confira abaixo a entrevista do presidente da Fitee, Edson de Paula, ao Extra-Classe, o programa de TV do Sinpro Minas, exibido todos os domingos, às 8h50, na Band Minas.

* Atualizado em 22/12.

 

Comentários (1)

  1. Aproveito esta oportunidade para apontar um verdadeiro desastre econômico que tal reforma poderá ocasionar a muitas famílias brasileiras – um detalhe que tem escapado aos nossos atuais governantes: a extinção pura e simples da pensão por morte. Segundo o que consta do texto dessa reforma, em caso de morte de um dos cônjuges do casal de aposentados, o viúvo (ou a viúva) vai ter que escolher entre contentar-se com a sua própria aposentadoria ou abrir mão de seu benefício e ficar com 60% da aposentadoria do seu par como pensão! Em outras palavras, não poderá mais acumular o valor de sua aposentadoria, geralmente pequeno, com a pensão que seria deixada pelo cônjuge falecido! O padrão de vida da família desse casal idoso vai cair absurdamente se um dos dois falecer. Muitos casais de aposentados sustentam jovens estudantes e/ou adultos desempregados com a soma de seus proventos. O(a) sobrevivente vai suportar pagar sozinho(a) o IPTU do imóvel em que mora? Vai ter condições de pagar o IPVA do veículo da família? É importante lembrar que há centenas de milhares de casais de aposentados que devem empréstimos consignados. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, entre janeiro e maio de 2018, 30,2 milhões de novos contratos foram assinados. Ora, não há extinção da dívida pela morte do(a) consignante! O(a) aposentado(a) sobrevivente não vai ter capacidade financeira para arcar sozinho(a) com as despesas da família e pagamento de dívidas de empréstimos. O corte da pensão por morte não pode ser feito verticalmente, mas deve obedecer a uma tabela de escalonamento - não atingindo a todos! Caso contrário, muitas famílias ficarão em situação de penúria. Senhores, olhem ao seu redor - os exemplos que ofereço são tão comuns que é provável até que parentes seus se identifiquem com eles. Não permita que a pobreza aumente no Brasil. Há que protestar a favor de muitos brasileiros indefesos. Deixo-lhes meu abraço agradecido, confiado na voz poderosa dessa entidade. João Bosco Miquelão Belo Horizonte, MG.

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