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Izabela Hendrix: descaso continua. Professores planejam greve!

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Os professores do Centro Universitário Izabela Hendrix decidiram, na assembleia do dia 01/10, que entrarão em greve a partir do dia 08 de outubro de 2018, caso os salários referentes ao mês de agosto de 2018, dos professores que ainda não receberam, e os salários do mês de setembro de 2018, não sejam pagos até o dia 05 de outubro de 2018.

Nova assembleia no dia 16 de outubro de 2018 para avaliar o movimento caso não tenham sido pagos os salários.

Assembleia dia 16/10

Local: AFFEMG – Rua Sergipe, 893 – Savassi -BH

Hora: 18h.

Pauta: Avaliação do movimento e encaminhamentos a serem adotados.

PARTICIPE! ESSA LUTA É DE TODOS/AS!

Comentários (4)

  1. Olá Jornalista. O Sindicato está ciente, acompanhando o caso há bastante tempo e tomando todas as medidas possíveis. Há, inclusive, acordos firmados perante o MP que a direção da escola não cumpriu. Precisamos de MUITA união do professorado nesse momento. Sempre gratos pelo contato.

  2. Sugiro investigar a denúncia de escravidão, que pode estar acontecendo no Izabela Hendrix. Há relatos de que os docentes não recebem salário e pagam juros altíssimos no banco, ou seja, os docentes pagam para trabalhar. O Izabela não deposita o FGTS, demitem aos montes e não pagam as rescisões como deveria. Os docentes tem que comprar seus próprios pincéis, papel para impressão e etc. Há relatos de que os docentes estão comprando materiais de trabalho para poderem dar aulas. Sugiro acionar o Ministério do Trabalho, Ministério Público e todas as instâncias possíveis da justiça. Pelos relatos que acabo de ler, há possibilidade de existir ESCRAVIDÃO na instituição.

  3. O professor tem mesmo que estar unido neste momento. Unido com seus pares e com o sindicato que o representa, neste caso o Sinpro. Podemos ter resultados positivos sempre quando estas forças se unem. Estudei no Isabela Hendrix e não imaginava que o capital teria esta força sobre a educação. Sigam Unidos e fortes. A educação agradece.

  4. Descaso com o corpo docente. Não há certeza sobre salario,não há recolhimento de FGTS, não há plano de carreira - professores com mais de 10 anos de casa ainda são "professores ingressantes-, não há diálogo, não há confiança, muitos colegas sem condições de ir para o trabalho e devendo ao banco. Izabela não cumpri a convenção coletiva, não paga multas pelo atraso, coage professores, demite sem a presença do Sindicato. Não há impressora, não há como imprimir provas e trabalhos. Professores pagam pelas provas. Dizem que o problema é "São Paulo", mas creio estar aqui. O Izabela está um caos e o Reitor viajando para a praia!

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