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Trabalhadores/as em luta contra a reforma da Previdência

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Nesta terça, 5 de dezembro, as entidades e centrais sindicais farão ato unificado, às 9h, na Praça 7, em defesa da Previdência Social. Em reunião nesta sexta-feira (01/12), as centrais decidiram manter as mobilizações, paralisações e lutas em defesa da Previdência.

“Em defesa dos direitos da classe trabalhadora e da Previdência, continuaremos nas ruas. Se quiserem votar, o Brasil vai parar”, afirmou a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato.

Pressão popular 

O Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), anunciou que não irá colocar na pauta do próximo dia 6 a votação da Reforma da Previdência. O Planalto avalia ser muito arriscado, sem a certeza de que alcançará os 308 votos necessários para aprovar em 1º turno a Proposta de Emenda Constitucional.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, “a sociedade tem percebido que o governo faz uma verdadeira manobra contábil, visando caracterizar o déficit da Previdência, mas não assume que o próprio governo, além de não repassar receitas importantes, retira 30% do Orçamento da Seguridade Social através da DRU (Desvinculação de Receitas da União) e perdoa dívidas bilionárias com grandes grupos econômicos.”

Apesar do recuo, as Centrais prometem continuar mobilizadas e marcam protestos para o dia 5. “Temos mobilizado em todo país. Os deputados que votarem a favor desta Reforma estarão traindo os trabalhadores mais uma vez. Inaceitável que queiram colocar a responsabilidade nas costas da população para preservar os interesses dos bancos que estão de olho na Previdência”, reiterou Vasconcelos.

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Fonte: CTB

 

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