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Terceirização irrestrita de olho na Educação, Saúde, Segurança e Cultura

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Receita básica do sistema capitalista, que sempre olha de onde pode lucrar ainda mais, serviços como Educação, Saúde e Cultura podem ser os primeiros a serem afetados pela terceirização irrestrita aprovada, na última semana, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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“Num cenário de redução de investimentos, efeito da da Emenda Constitucional (EC) 95, a gente avalia que os estados vão usar esse instrumento de poder para ampliar a terceirização do serviço público e reduzir os seus custos. Ou seja, pode piorar ainda mais as condições de trabalho e o serviço ofertado à população”, avalia Adriana Marcolino, socióloga e técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em entrevista a TVT.

Uma gestão contra o Brasil

Segundo o Dieese, os terceirizados ganham em média 25% menos, se acidentam 60% mais e trabalham 12 horas a mais por mês. A rotatividade da mão de obra também é o dobro da registrada em relação ao contratado direto. Por todos esses fatores, a terceirização não significa melhora para os trabalhadores e nem para o serviço público.

Joanne Mota, do Portal CTB – Com informações da TVT

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