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Trabalhadora rural é contra a reforma da Previdência

A diretora de finanças da FETAEMG (Federação dos Trabalhadores em Agricultura de Minas Gerais), Maria Rita Fernandes de Fiqueiredo, fala sobre a retirada de direitos proposta pelas reformas da Previdência e trabalhista. Ela denuncia que a trabalhadora rural não conseguirá se aposentar porque 65 anos de idade e 49 de contribuição é um tempo muito grande para todos, principalmente para a mulher no campo que já começa a trabalhar  desde criança, ajudando os pais no trabalho no campo, além do serviço de casa. Maria Rita reforça que o trabalhador rural  lida sempre com condições difíceis como forte sol, chuva, frio, calor, poeira, picadas de insetos e outros bichos etc. Ela defende que todos precisam se unir e lutar contra estas propostas que visam precarizar o trabalho e impedir que o trabalhador se aposente, principalmente a trabalhadora rural. “ Se o governo quer fazer reforma, deveria fazer uma reforma agrária que é urgente”, afirma.

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